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A ESCOLA

  • Sobre a Escola Lacaniana de Psicanálise - RJ
  • Curso de Introdução
  • Conexões
  • Campos de Pesquisa
  • Seminários
  • Grupos de Trabalho


  • SOBRE A ESCOLA LACANIANA DE PSICANÁLISE - RJ
    A Escola Lacaniana de Psicanálise - RJ é orientada pelo ensino e transmissão de Freud e Lacan. Tem como proposta e fundamento a formação permanente de seus membros, onde os dois pilares são a organização em cartéis e a experiência do Passe.

    Além disso, sua organização dá-se por lugares ocupados por membros da Escola que sustentam o trabalho teórico e clínico, provocando um incessante questionamento. Esses lugares são: direção, garantia, cartéis, ensino, secretaria do passe, publicação, sessão clínica, tesouraria e conexões. Qualquer membro da Escola pode ocupar esses lugares, candidatando-se em assembléia, por votação aberta. A Escola segue a lógica da permuta obrigatória de lugares, de dois em dois anos, sugerida por Jacques Lacan em sua Proposição para uma Escola de Psicanálise.

    Referência Bibliográfica:
    Lacan, Jacques - Outros Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003, p. 235


    CURSO DE INTRODUÇÃO
    O curso de introdução tem como objetivo a apresentação e discussão dos conceitos que fundamentam a psicanálise a partir de Freud e Lacan. Dirige-se aos analistas em formação e também àqueles que pretendem aproximar-se da psicanálise.

    O curso deste ano terá dois módulos. O primeiro módulo será "Estruturas clínicas" e o segundo "Os conceitos fundamentais da psicanálise".

    Para aqueles que não são membros da ELP será cobrado o valor por módulo de R$100,00 para profissionais e R$50,00 para estudantes. Ao final de cada módulo será dado um certificado, desde que não sejam ultrapassados os 10% de faltas permitidas no curso.

    O curso será semanal, às terças-feiras, das 20h30m às 22h, com início no dia 11/03/07 para o primeiro módulo e 05/08/07 para o segundo módulo.

    No segundo semestre iniciaremos um novo Curso de introdução em Niterói com os temas "As cinco psicanálises + uma em Freud" e "Os quatro conceitos fundamentais + um em Lacan". O curso será aos sábados de 9h às 12h30m. Serão cobrados pelo curso R$100,00 para profissionais e R$50,00 para estudantes. Local de realização: Rua Mem de Sá, 19 - Auditório - Icaraí - Niterói.


    CRONOGRAMA DAS AULAS E PALESTRANTES
    (MEMBROS DA ELP) - Rio de Janeiro

    MÓDULO I - Estruturas clínicas
    [ 11/03 ] Aula inaugural - José Nazar
    [ 18/03 e 25/03 ] Histeria - Elisabeth Bittencourt
    [ 01/04 e 08/04 ] Neurose obsessiva - Ana Paula Gomes
    [ 15/04 e 29/04 ] Fobias - Yossef Kamel Saad
    [ 06/05 e 13/05 ] Perversão - Luciana Abi-Chahin de Oliveira Saad
    [ 20/05 e 27/05 ] Autismo - Flávia Chiapetta de Azevedo
    [ 03/06 e 10/06 ] Psicoses - Sandra Regina Felgueiras

    MÓDULO II - Os conceitos fundamentais da psicanálise
    [ 05/08 e 12/08 ] Inconsciente - Miriam Celli Dyskant
    [ 19/08 e 26/08 ] Transferência - Abílio Luiz Canelha Ribeiro Alves
    [ 02/09 e 09/09 ] Repetição - Sérgio Cwaigman Prestes
    [ 16/09 e 23/09 ] Pulsão - Ana Benjó
    [ 30/09 e 07/10 ] Objeto a - Monica Brusell Visco
    [ 14/10 ] Fechamento do curso - Teresa Palazzo Nazar


    CRONOGRAMA DAS AULAS E PALESTRANTES
    (PSICANALISTAS DA ELP) - Niterói

    [ 02/08 e 09/08 ]
    09h - Freud - Caso Dora - Mirta Fernandes
    11h - Lacan - Transferência - Maria Emília Lobato Lucindo

    [ 16/08 e 23/08 ]
    09h - Freud - Pequeno Hans - Onezir Rosa Borges
    11h - Lacan - Inconsciente - Bethania Sampaio Corrêa Mariani

    [ 30/08 e 06/09 ]
    09h - Freud - Homem dos ratos - Fernando Baron
    11h - Lacan - Repetição - Andrea Matheus Tavares

    [ 13/09 e 20/09 ]
    09h - Freud - Caso Schreber - Rodrigo Godoy Sampaio Fonseca
    11h - Lacan - Pulsão - Shirley Maria D'Ávila Baron

    [ 04/10 e 11/10 ]
    09h - Freud - A jovem homossexual - Ana Claudia Bezz
    11h - Lacan - Objeto a - Maria Teresa Melloni

    [ 18/10 ]
    09h - Fechamento do curso - José Nazar.

    CONEXÕES
    A conexão com diversos campos de saber sempre teve o seu lugar na edificação da Psicanálise pelo viés de pesquisa aberto por Freud bem como pela constante exploração lacaniana de "uma realidade que nos é acessível através de outras disciplinas" (LACAN, 1957).

    Em psicanálise, a pesquisa encontra seu fundamento na clínica, na advertência freudiana que, ao tomar como única cada experiência analítica, instaura a interrogação no discurso. É neste sentido que as conexões vão se constituir a partir de um trabalho de pesquisa que se sustenta há alguns anos na ELP-RJ.

    Ao fazer parte da formação nesta Escola, o estabelecimento de um lugar de pesquisa - uma conexão com outros discursos - é aberto a todos os membros da Escola respeitando a sua condição de base: a prática de cartel. Enquanto articulação entre diferentes discursos, o cartel suporta a conexão entre a psicanálise e os diferentes campos de saber.

    CAMPOS DE PESQUISA

    A CONSTITUIÇÃO SUBJETIVA
    Pesquisa junto ao campo da medicina aprovada pela Comissão Científica da Universidade Federal Fluminense, no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), nas Unidades Tratamento Intensivo e Intermediário do Serviço de Neonatologia.

    Integrantes

  • Amanda Andrade Lima
  • André Luis de Oliveira Lopes
  • Andréa Pires Camargo
  • Bethania Sampaio Corrêa Mariani
  • Fernando Baron
  • Maria Cecília Brêtas
  • Miriam Celli Dyskant
  • Shirley Maria D'Ávila Baron

    Coordenação
  • Teresa Palazzo Nazar


    PSICANÁLISE E ARTE
    Desenvolvemos um trabalho de investigação no campo das artes, há cinco anos, cujos resultados são apresentados nas Cirandas de Psicanálise e Arte.

    Coordenação
  • Teresa Palazzo Nazar


    FUNÇÃO PATERNA
    Conexão da psicanálise com o campo do direito que se desenrola há oito anos em convênio com a Primeira Vara da Infância, Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro.

    Integrantes
  • André Luis de Oliveira Lopes
  • Edméa Maria Gonçalves de Mello
  • Isis Regina dos Santos Mendes
  • Maria Cecília Brêtas
  • Mirta Fernandes
  • Teresa Palazzo Nazar (Coordenadora)


    PSICANÁLISE E CINEMA
    Pesquisa iniciada em 2007 a fim de investigar a conexão entre a psicanálise e o cinema. Em 2008 contaremos com o Espaço Psicanálise e Cinema, cuja proposta é a articulação entre a linguagem cinematográfica e o discurso analítico.

    Integrantes
  • Ana Paula da Costa Gomes
  • André Luis de Oliveira Lopes
  • Manoel Leite Carneiro Júnior
  • Miriam Celli Dyskant
  • Mirta Fernandes

    Coordenação
  • André Luis de Oliveira Lopes
  • Manoel Leite Carneiro Júnior
  • Miriam Celli Dyskant
  • Mirta Fernandes

  • SEMINÁRIOS

    UM ESTUDO SOBRE O DESEJO
    Este seminário tem por finalidade investigar, sobretudo no texto dos Escritos intitulado "Kant com Sade", os elementos fundamentais oferecidos por Lacan para pensarmos a ética do desejo como sendo a pedra angular no cerne da prática psicanalítica, inclusive na origem do que se nomeia como desejo do psicanalista. Se a estrutura do desejo do psicanalista é a mesma do desejo perverso, em que as vicissitudes de cada um diferem na prática?

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação

  • Teresa Palazzo Nazar

    [
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    BATE-SE NUMA CRIANÇA OU A CONSTRUÇÃO DA FANTASIA
    Trabalharemos a partir do texto freudiano paradigmático "Bate-se numa criança", em que comparece pela primeira vez a elaboração dos três tempos da fantasia fundamental. Para tal percorreremos, em Freud, a sua hipótese inicial sobre a fantasia de sedução nas histéricas e a questão da cena primária.
    Esta leitura não é sem Lacan que, em seus inúmeros seminários e escritos, afirmará a importância da construção da fantasia no percurso do tratamento. E a partir da fantasia que Lacan dará as coordenadas lógicas para o final de análise, quando o sujeito poderá fazer o luto da posição de objeto que ocupou para o Outro em sua estruturação.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação
  • Monica Visco

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    CIRANDA DE PSICANÁLISE E ARTE
    Durante os últimos 7 anos venho desenvolvendo pesquisas no campo das artes, que propiciaram a realização de cinco Cirandas, junto com alguns membros da ELP.
    A idéia é manter um espaço permanente de interlocução com esse campo, procurando retirar da experiência o máximo de ensinamentos que me permitam avançar na investigação sobre o objeto da psicanálise, isto é, o sujeito.
    Este ano tomarei a via literária como interlocutor, a partir de Machado de Assis.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação
  • Teresa Palazzo Nazar

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  • GRUPOS DE TRABALHO

    O GRAFO DO DESEJO NA CLÍNICA
    Nossa proposta é dar continuidade ao estudo do grafo do desejo, a sua relação com a clínica e os recursos que oferece para pensar, através da uma lógica, questões sobre a constituição do sujeito e a sua relação com o desejo como desejo do Outro e suas conseqüências na direção da cura.
    Este ano vamos trabalhar a última parte do Seminário, livro 6, O desejo e a sua interpretação, e a segunda parte do Seminário, livro 8, A transferência, onde as questões do desejo do psicanalista começam a surgir.
    Então, passaremos à leitura do Seminário, livro 10, A angústia, onde Lacan retomará seu estudo sobre o grafo a partir de uma outra vertente. Todos os Seminários acima mencionados são da autoria de Jacques Lacan.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação

  • Monica Visco

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    MENOPAUSA: O MEIO DA VIDA?
    O meio da vida inaugura-se encenando uma trama em que algo desconhecido chega e confunde, mistura os sentimentos e humores, encobre os sentidos. Algo que parece vir de um território desconhecido deixa esta mulher que começa a trilhar o meio da vida exilada em sua própria terra. O corpo passa a se manifestar a partir de variáveis desconhecidas, demandando a construção de referências que demarquem a trilha que começa a se desenrolar. Trata-se de um momento que lembra a adolescência: vão acontecendo coisas que não aconteciam antes...
    Minha proposta é que nos debrucemos sobre os textos psicanalíticos que tentam desvendar esta temática, tendo como lume a obra de Freud e Lacan, assim como o texto de Marie-Christine Laznik O complexo de Jocasta. As obras do campo da literatura, das artes visuais e da antropologia servirão de eixo de interlocução no estudo desta temática.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação
  • Elisabeth Bittencourt

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    O DESEJO E SUA INTERPRETAÇÃO
    A neurose é uma defesa contra o desejo. Essa é uma afirmação lacaniana que pode ser encontrada no Seminário livro 5, justamente quando ele trabalha "A dialética do desejo e da demanda na clínica e no tratamento das neuroses". O neurótico está sempre em desacordo com o tempo, está sempre entre responder a demanda de amor ou assumir os riscos do desejo, o obsessivo numa posição de procrastinação e a histérica de antecipação. Vê-se logo que o tema do desejo está longe de ser simples, primeiro porque ele se distingue radicalmente do querer (Queres o que desejas?, nos pergunta Lacan) e também porque é no campo do Outro que ele se constitui (Desejo é desejo do Outro).
    Sabemos desde Freud que não existe satisfação do desejo na realidade. E com Lacan aprendemos que o objeto do desejo é designado como objeto a, que é ao mesmo tempo objeto causa do desejo, objeto perdido.
    Se o desejo não é "nem isso nem aquilo", pois uma vez nomeado ele escapa (a satisfação mata o desejo), como podemos sustentar, nas direções das análises, o encaminhamento ético proposto por Lacan: "Não cedas quanto ao teu desejo"?

    Local: Rua Visconde de Pirajá, 547, sala 424

    Coordenação
  • Ana Claudia Bezz

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    A LÓGICA DA CASTRAÇÃO
    O conceito freudiano de castração é, em Lacan, revisto pela submissão do sujeito ao significante. É nossa proposta para este ano determo-nos em tal revisão, servindo nos, como fonte principal de estudo, da parte do seminário 5 denominada "A lógica da castração".

    Local: Rua Gavião Peixoto, 183, sala 907- Niterói - Tel: 2611-0812

    Coordenação
  • Fernando Baron
  • Maria de Fátima do Amaral Silva

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    PSICANÁLISE COM CRIANÇAS
    A proposta deste grupo é trabalhar questões suscitadas pela clínica com crianças. Partindo do pressuposto de que não há uma psicanálise de crianças, no sentido de uma especialidade, como podemos sustentar as especificidades que essa prática convoca, por exemplo, a presença dos pais, o material utilizado durante as sessões, ou mesmo o fato de se tomar em análise alguém que ainda está desfilando os tempos do Édipo? As crianças estão cada vez mais capturadas pela rapidez que caracteriza nosso tempo. Rapidez esta que se coloca, muitas vezes, na elaboração de diagnósticos que são verdadeiras sentenças: são os distúrbios de comportamento, distúrbios de aprendizagem, etc. Há também um incentivo muito grande no sentido de se explorar, cada vez mais cedo, as potencialidades desse pequeno ser.
    Mas o que acontece se alguma coisa fracassa do decorrer deste processo? O que se passa quando os pais começam a perceber que o filho, a quem eles confiaram a tarefa de realização dos seus desejos, que este mesmo filho, tão investido e estimulado, começa a encontrar muitas dificuldades para responder a tal demanda?
    O que uma psicanálise pode oferecer a essas crianças que apontam, de alguma forma, que algo não vai bem, seja com elas próprias, seja com a família ou com a escola? Partindo destas questões, o intuito deste trabalho é percorrer textos de Freud, Lacan e outros autores afim de buscar subsídios teóricos para uma melhor elaboração em torno da experiência clínica com crianças.

    Local: Visconde de Pirajá, 547, sala 424

    Coordenação
  • Ana Claudia Bezz

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    TRANSFERÊNCIA E INCONSCIENTE
    No ano de 2007, lemos textos de Freud sobre a passagem da "hipnose-sugestão" à transferência; também lemos vários textos de Freud que falavam da transferência especificamente, e/ou que problematizavam a questão da relação transferência/resistência. Abordamos, nesse sentido, o Seminário 1 de Lacan, no qual ele enfatiza, mesmo que de maneira implícita, o que Freud indicava das dificuldades da psicanálise no que se refere às resistências (do paciente? Do analista? Do discurso?). Vamos dar continuidade a esse trabalho (que se define principalmente como "trabalho de texto"), acrescentando um outro conceito fundamental em psicanálise: o inconsciente. Serão trabalhados textos de Freud e de Lacan, podendo-se, após esse trabalho, acrescentar leitura de um outro autor para esclarecimento e/ou questionamento dos conceitos desenvolvidos.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação
  • Sandra Regina Felgueiras
  • Shirley D'Avila Baron

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    PULSÃO E GOZO
    A pulsão é um conceito considerado por muitos como difícil ou até mesmo inapreensível. Esta dificuldade talvez se deva ao fato de que a pulsão se constitui a partir do significante, mas as palavras não conseguem representá-la. Sua localização é entre o simbólico e o real, ou, como dizia Freud, entre o psíquico e o somático.
    A pulsão diz respeito ao corpo, mas não ao corpo das necessidades orgânicas. O corpo pulsional é um corpo com bordas erogenizadas de onde parte o circuito da pulsão em busca de uma satisfação sempre parcial. A pulsão na neurose está atrelada à demanda. É no lugar do desejo do Outro, portanto, de sua falta, que a demanda virá se instalar. Neste grupo de trabalho abordaremos a fixidez às demandas e às suas significações, assim como o que disso se refere ao mais de gozar. Veremos como a pulsão se articula à fantasia, à transferência e à repetição. Quanto ao gozo, é a pulsão que irá fixar um ponto de gozo fora do permitido pela lei simbólica. Aí residirá o que nos habita de inconfessável e transgressivo.
    Estudaremos como o sujeito irá esvaziando a consistência das demandas em um percurso de análise até mudar radicalmente sua relação com a pulsão ao final da análise.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação
  • Ana Benjó

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    AS MULHERES: O AMOR E A LOUCURA
    Partindo da premissa lacaniana pronunciada em Televisão de que não há limites às concessões que uma mulher faz para um homem, de seu corpo, de sua alma e de seus bens, este grupo tem por objetivo estudar a relação das mulheres com o amor: da loucura do parceiro-devastação à loucura erotomaníaca. Para tal partiremos, neste ano, dos textos freudianos que abordam a questão da feminilidade e dos textos iniciais de Lacan que tratam desta temática.

    Local: Rua Gildásio Amado, 55, 1606. Barra da Tijuca

    Coordenação
  • Abílio Luis R. Alves
  • Ana Paula da Costa Gomes

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    O SEMINÁRIO: LIVRO IV A RELAÇÃO DE OBJETO
    Na primeira e segunda partes do Seminário, Lacan introduz a diferença radical que sua clínica traz em relação aos teóricos da relação de objeto. O que está em jogo nesta relação é a falta de objeto, em suas três vertentes: frustração, privação e castração.
    Trataremos essencialmente, este ano, da terceira parte deste Seminário, na qual Lacan, ao privilegiar o objeto fóbico a partir do caso do pequeno Hans, começa a cernir o estatuto do objeto em sua teoria.

    Local: Rua Gavião Peixoto, 183, 1203. Icaraí

    Coordenação
  • Ana Paula da Costa Gomes
  • Yossef Kamel Saad

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    SEMINÁRIO XI
    Lacan realiza seu Seminário Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise num momento especial de seu percurso teórico. Se "do lado de fora" do seu ensino há toda uma "excomunhão" que o condena, desautorizando- o, Lacan reintroduz essa questão no seu seminário para, diante da pergunta "o que me autoriza?", buscar os fundamentos da práxis analítica e a partir daí recolocar essa questão. Uma das conseqüências desta postura é que se torna urgente uma abordagem dos conceitos fundamentais freudianos, recuperando neles aquilo que fora perdido nas inúmeras tentativas dos pós-freudianos de normatizá-los no intuito de adequá-los às epistemologias científicas oriundas das ciências exatas e da biologia, dado o insuportável mal-estar que as academias sentiam ao abordar esse estranho saber freudiano e seus conceitos 'confusos'.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação
  • Manoel Leite

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    O SINTOMA NA NEUROSE
    Ocorreram a partir de Freud, com suas histéricas, as primeiras abordagens na diferenciação do sintoma médico.
    O sintoma, tanto em Freud como em Lacan, apresenta uma série de elaborações, que ocorrem conforme o momento teórico em que os referidos autores o situam em suas obras. Nosso objetivo é abordar o sintoma na neurose (histeria e neurose obsessiva); na transferência; e no final de análise. Tais pontos nortearão nossos estudos, em cujo percurso extrairemos suas conseqüências clinicas.

    Local: Rua Miguel de Frias, 77, sala 1512 - Icaraí - Niterói

    Coordenação
  • Flavia Chiapetta de Azevedo
  • Onezir Rosa Borges

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    O GOZO E SUAS VICISSITUDES
    Neste ano, daremos continuidade ao das diretrizes da teoria do gozo. Trabalharemos o escrito "Subversão do sujeito" (1960), onde Lacan vai diferenciar o que é da ordem da castração imaginária e da simbólica. A recusa neurótica está em sacrificar sua castração ao gozo do Outro. A experiência analítica nos mostra que a castração rege o desejo. "A castração quer dizer que é preciso que o gozo seja recusado para que ela possa ser atingida na escala invertida da lei do desejo" (Subversão do sujeito).
    Faremos referência ao Seminário A angústia (1962-1963): entre o gozo e o desejo, o falo pode funcionar em todos os sentidos.

    Local: Rua Mem de Sá, 19 sala 504, Icaraí

    Coordenação
  • Andrea Matheus Tavares

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    É POSSÍVEL UMA EDUCAÇÃO QUE VISE AO SUJEITO?
    A proposta deste grupo de leitura é articular os tempos da constituição psíquica e sua relação com o processo de aprendizagem. Sabemos deste Freud, que o aparelho psíquico é efeito de linguagem dada importância e conseqüências do infantil no psiquismo de todo sujeito. A apreensão do simbólico na aquisição do processo de aprendizagem se efetua mediante a inscrição psíquica de uma perda, fundando a subjetividade e incitando ao ato do pensamento. Ao apropriar-se das funções subjetivas na aprendizagem, a criança lê e interpreta os efeitos desta inscrição originária, efeito de seu encontro com a linguagem.
    Portanto, iniciaremos nosso trabalho nos questionando acerca da transmissão de saber sustentada por Lacan, como saber inconsciente, se podemos nos referir, nas suas particularidades, ao ensinar e ao educar como efeitos de transmissão? È possível uma educação que vise ao sujeito, levando em conta que Freud localiza- a como uma das profissões impossíveis?

    Local: Rua Mem de Sá, 19 sala 504, Icaraí

    Coordenação
  • Andrea Matheus Tavares

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    ESPAÇO PSICANÁLISE E CINEMA
    Nossa proposta é a de um espaço de articulação entre a linguagem cinematográfica e o discurso analítico sustentado pela pesquisa que vimos desenvolvendo ao longo do ano de 2007. Pensamos que a psicanálise, ao se utilizar da linguagem cinematográfica, pode explorar esse modo particular no qual podemos ler o sujeito moderno, como na apresentação da esquize entre o olho e o olhar, nos mecanismos inconscientes de condensação e deslocamento presentes nos sonhos, na própria relação do sujeito com a imagem, etc. Neste sentido, vamos privilegiar, além dos profissionais de cinema, a conexão com outros campos de saber em suas elaborações acerca da arte cinematográfica. Para tanto, durante o ano de 2008 realizaremos encontros destinados à exibição de filmes e subseqüente discussão, apresentação de trabalhos temáticos, mesas redondas, entre outros.

    Local: Escola Lacaniana de Psicanálise

    Coordenação
  • André Luís de Oliveira Lopes
  • Manoel Leite Carneiro Júnior
  • Miriam Celli Dyskant
  • Mirta Fernandes

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    ARTIGOS DE FREUD
    Em seu terceiro ano, este grupo seguirá com objetivo de revistar textos cruciais de Freud. A leitura de cada artigo articulada às discussões sobre a clínica nos permite verificar a atualidade das questões propostas por ele.

    Local: Local: Rua Gildásio Amado, 55/1606 - Barra da Tijuca
    Tel.: 2294-9336 (Leblon) / 2494-3237 (Barra)

    Coordenação
  • Abílio Luiz R. Alves
  • Rodrigo Godoy Fonseca

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  • Av. Ataulfo de Paiva, 255 / 206 - CEP: 22440-032 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ - Tel/Fax : (21) 2294-9336 - Tel : (21) 2239-7199