A escola
Histórico
Membros
Estatuto
Revista
Cartéis
Estudos sobre o Passe
Debate sobre a infância
Selecione o canal:

Indique a palavra-chave:



A ESCOLA

  • A Escola Lacaniana de Psicanálise - RJ
  • Curso de Introdução à Psicanálise
  • Diretório
  • Escola Lacaniana de Psicanálise - Niterói
  • Eventos
  • Formação Avançada
  • Formação Básica
  • Grupos de Trabalho
  • Seminários


  • A Escola Lacaniana de Psicanálise - RJ

    A Escola Lacaniana de Psicanálise - RJ é orientada pelo ensino e transmissão de Freud e Lacan. Tem como proposta e fundamento a formação permanente de seus membros, onde os dois pilares são a organização em cartéis e a experiência do Passe.

    Além disso, sua organização dá-se por lugares ocupados por membros da Escola que sustentam o trabalho teórico e clínico, provocando um incessante questionamento. Esses lugares são: direção, garantia, cartéis, ensino, secretaria do passe, publicação, sessão clínica, tesouraria e conexões. Qualquer membro da Escola pode ocupar esses lugares, candidatando-se em assembléia, por votação aberta. A Escola segue a lógica da permuta obrigatória de lugares, de dois em dois anos, sugerida por Jacques Lacan em sua Proposição para uma Escola de Psicanálise.

    Referência Bibliográfica:
    Lacan, Jacques - Outros Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003, p. 235



    Curso de Introdução à Psicanálise

     O Curso de Introdução à Psicanálise dirige-se aos analistas em formação e
    àqueles que queiram se aproximar da psicanálise. Este ano
    vamos trabalhar o tema: A direção do tratamento. Nosso objetivo
    é abordar questões fundamentais da clínica e conceitos teóricos
    a partir dos problemas que atualmente ocupam os psicanalistas em
    seu ofício.

    A DIREÇÃO DO TRATAMENTO

    1º SEMESTRE

    MÓDULO 1 | A s entrevistas preliminares (19/03 e 26/03)
    • Queixa e demanda de análise
    • O sintoma analítico
    Maria Teresa Saraiva Melloni

    MÓDULO 2 | Psicanálise com crianças (02/04 e 09/04)
    • Entrevistas e manejo com os pais
    • A criança como sintoma dos pais
    • S intoma, Édipo e fantasia: a direção das
    análises com criança
    Sérgio Cwaigman Prestes

    MÓDULO 3 | Psicanálise com adolescentes (30/04 e 07/05)
    • A s transformações da puberdade: mudanças
    no corpo, convocações sociais e o iminente
    encontro com o real do sexo
    • A balo na estrutura e apelo ao Pai
    • S intoma adolescente: a transferência nas
    análises com adolescentes
    Abílio Ribeiro Alves

    MÓDULO 4 | Psicanálise e cinema (21/05 e 28/05)
    • O infantil no cinema
    • O adolescer no cinema
    Miriam Dyskant e Shirley D’Ávila Baron

    MÓDULO 5 | T ransferência e interpretação
    (04/06, 11/06, e 18/06)
    • A entrada em análise e a instauração da
    transferência
    • A interpretação dos sonhos
    • A s intervenções do psicanalista e “o que
    é uma interpretação
    Ana Benjó

    MÓDULO 6 | O dinheiro e o pagamento na psicanálise
    (02/07 e 09/07)
    • O lugar e a função do dinheiro na economia
    psíquica
    • O neurótico e sua dívida: pelo que e o que se
    paga?
    Flávia Chiapetta de Azevedo

     

    2º SEMESTRE

    MÓDULO 7 | Tempo lógico e o corte das sessões
    (06/08, 13/08 e 20/08)
    • A atemporalidade do inconsciente
    • Instante de olhar, tempo de compreender
    e o momento de concluir
    • O sujeito pontual e evanescente
    José Nazar

    MÓDULO 8 | Novas patologias? (27/08, 03/09 e 10/09)
    • A s neuropsicoses de defesa em Freud
    • S índromes, transtornos e distúrbios:
    novas patologias?
    • O s distúrbios alimentares: desafio para
    os psicanalistas
    Teresa Palazzo Nazar

    MÓDULO 9 | Final de análise e o desejo do psicanalista
    (08/10, 15/10 e 22/10)
    • A nálise terminável e interminável
    • O desejo do analista
    • O luto do psicanalista: luto do ser e dos ideais
    • O final de análise
    Monica Visco e Ana Paula Gomes

    MÓDULO 10 | Clínica das toxicomanias (29/10 e 05/11)
    • O s problemas que as toxicomanias colocam
    para os psicanalistas: o que é possível?
    • Do gozo da droga ao sintoma que faz falar:
    uma direção
    Simone Delgado

    Data: Sábados, de 10 às 12hs.
    Local: Avenida Ataulfo de Paiva, 255 - Auditório
    Leblon - Rio de Janeiro-RJ

    Preço por semestre:
    Profissionais: R$ 300,00 / Estudantes: R$ 200,00
    Pode ser dividido em até 3x em cheques pré-datados.



    Diretório

    Presidente | José Nazar

    Diretório |
    • Diretoria da Escola - José Nazar
    • Secretaria de Cartéis – Monica Visco Fernandes
    • Garantia – Ana Paula da Costa Gomes
    • Espaço Sessão Clínica - Flávia Chiapetta de Azevedo
    • Secretaria de Ensino – Abílio Canelha Ribeiro Alves
    • Secretaria do Passe – Maria Teresa C. Palazzo Nazar
    • Tesouraria – Maria de Fátima do Amaral Silva
    • Secretaria de Publicação – Sérgio Cwaigman Prestes e Maria Teresa Saraiva Melloni



    Escola Lacaniana de Psicanálise - Niterói

    PSICANÁLISE E INFÂNCIA

    Daremos continuidade à leitura do texto “A subversão do sujeito
    e a dialética do desejo no inconsciente freudiano”, de
    Jacques Lacan. A ênfase este ano será dada ao estudo do grafo
    do desejo, que tem sua apresentação mais completa publicada
    no referido texto. O percurso em torno das questões apresentadas
    pelo trabalho clínico com crianças nos levou à necessidade
    de abordar o grafo, uma vez que através deste instrumento proposto
    por Lacan, podemos
    observar, com menos risco
    de derrapar no imaginário
    das histórias familiares, o
    advento do infans como
    sujeito desejante.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    Lacan, J. A subversão do sujeito e a dialética do desejo no inconsciente
    freudiano. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
    A LÓGICA DA CASTRAÇÃO
    Este ano, daremos prosseguimento
    ao nosso estudo sobre
    o complexo de castração, percorrendo,
    desta vez, o seminário
    4 de Lacan, A relação
    de objeto. O enfoque privile-
    giará as relações entre castração e édipo, na medida em que “a
    castração é o signo do drama edípico, como também dela é ele o
    pivô implícito”.
    RE FERÊNCI AS BIBLIOGRÁ FIC AS
    Lacan, J. - O seminário, livro 4: A relação de objeto. Rio de Janeiro:
    Jorge Zahar,1994.


    Coordenação: Ana Claudia Merelles M. Bezz
    Local: rua moreira césar, 383 / 902
    – Icarai
    42as. Feiras (semanal) às 16hs.
    Coordenação: Fernando Baron
    Local: Rua Gavião Peixoto 183/907
    – icaraí.
    42as. Feiras (quinzenal) às 20:30hs.


    A HISTÉRICA E A MULHER

    Se por um lado podemos dizer que a Psicanálise foi criada no encontro
    de Freud com a histérica, por outro lado uma das perguntas
    que o mestre vienense deixou sem resposta foi justamente: O
    que quer uma mulher?
    O caminho percorrido por Freud em seus estudos sobre a histeria
    foi lançando luz sobre a assimetria entre o complexo de Édipo de
    meninos e meninas, esclarecendo questões fundamentais sobre
    a feminilidade. Entretanto, em um de seus textos finais “Análise
    Terminável e Interminável” de 1937, Freud ao tratar do rochedo
    da castração localiza na inveja do pênis o impasse último do final
    da análise para as mulheres,
    que podemos ler com Lacan
    como uma reivindicação fálica,
    muito próxima da queixa
    histérica.
    Lacan ao ultrapassar o impasse
    freudiano quanto ao final da análise, com a conceitualização do objeto a,
    abre também um novo caminho para pensar a feminilidade numa lógica
    que não seja toda-fálica. Estabelece, assim, uma distinção fundamental
    entre a posição histérica e a posição feminina, entre a
    histérica e uma mulher.
    Pretendemos neste ano, a partir da visada lacaniana, fazer o percurso
    de Freud da histeria à feminilidade.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    André, S. O que quer uma mulher? Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
    1987.
    Freud, S. Fragmento da análise de um caso de histeria. Obras completas,
    Vol. VII., Rio de Janeiro: Imago, 1980.
    _____. Feminilidade. Obras completas, Vol.XX II. Rio de Janeiro:
    Imago, 1980.


    Coordenação: Ana Paula da Costa
    Gomes
    Loca l: Rua Gavião Peixoto, 182 / 621.
    – IC araí
    43as. Feiras (quinzenal) às 13:00hs.


    O ESTÁDIO DO ESPELHO E A TÓPICA DO IMAGINÁRIO

    O Estádio do Espelho foi a primeira intervenção de Lacan na psicanálise.
    Consiste na identificação
    primordial do infans
    com a imagem de seu corpo
    próprio, a qual lhe dá com
    antecipação, a unidade fundamental
    do mesmo, terminando
    com a vivência do
    “corpo esfacelado”. Esta identificação irá promover a estruturação
    do Eu (Je). Nas palavras de Lacan:
    “... o estádio do espelho é um drama cujo impulso precipita-se da
    insuficiência para a antecipação - e que fabrica para o sujeito,
    apanhado no engodo da identificação espacial, as fantasias que
    se sucedem desde uma imagem despedaçada do corpo até uma
    forma de sua totalidade que chamaremos de ortopédica - e para
    a armadura enfim assumida de uma identidade alienante, que
    marcará com sua estrutura rígida todo o seu desenvolvimento
    mental” (Lacan, 1998).
    Nosso propósito é trabalhar a constituição do Eu (Je) a partir
    dessa identificação primordial e seu destino de alienação no imaginário.
    Abordaremos a Tópica do Imaginário (Sem. I) onde Lacan
    desenvolve o Esquema Óptico, modelo que ele se utiliza para tratar
    da articulação do simbólico, do imaginário e do real.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    Freud, S. Sobre o narcisismo: Uma introdução. Obras Completas,
    Vol. XIV. Rio de Janeiro: Imago, 1974.
    _____ . A Interpretação dos sonhos. Obras completas, Vol. V. Rio
    de Janeiro: Imago, 1974.
    Lacan, J. O estádio do espelho como formador da função do eu.
    Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
    ______ . A tópica do imaginário. O Seminário, livro 1: os escritos
    técnicos de Freud. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1986.


    Coordenação: Eliane C. E. R. y
    Rodriguez.
    Local: Travessa João Francisco da
    Matta n°17 – Icaraí
    43as. Feiras (quinzenal) às 14:00 hs.


    O MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO
    No texto “O Mal-Estar na Civilização”, Freud revela o quanto
    estava influenciado pelas questões civilizatórias de sua época, ao
    mesmo tempo em que tentava responder do que sofre o homem.
    Porém, apesar dos elementos culturais que marcam o texto freudiano,
    não podemos deixar de tratar daquilo que ele revela como
    atemporal: a batalha de gigantes travada entre pulsão de vida e
    pulsão de morte, luta constante inerente ao sujeito.
    Pretendemos priorizar neste trabalho o circuito pulsional, na medida
    em que, inserido na civilização, cabe ao sujeito renunciar a
    determinadas satisfações pulsionais, sendo o Supereu, o que resta
    dessa operação. A culpa,
    o desprazer, a agressividade
    e o mandamento cristão_
    ´´Ama a teu próximo como a
    ti mesmo``, serão significantes
    privilegiados durante o
    percurso deste grupo.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    Freud, S. O Mal- Estar na Civilização. Obras completas, vol. XX I.
    Rio de Janeiro: Imago, 2006.
    _____ O Futuro de uma ilusão. Obras completas, vol.XX I. Rio de
    Janeiro: Imago, 2006.
    _____ As Pulsões e suas vicissitudes. Obras completas, vol. XIV.
    Rio de Janeiro: Imago, 2006.
    _____ Além do princípio do prazer. Obras completas, Vol.XV III.
    Rio de Janeiro: Imago, 2006.

    Coordenação: Andréa Pires Camargo e Amanda Andrade Lima.
    Local: Rua Gavião Peixoto, 80/sala
    404 – icaraí.
    45as. Feiras (semanal) às 13 hs.


    OS QUATRO CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA PSICANÁLISE

    Continuaremos com o nosso propósito sobre o estudo dos quatros
    conceitos fundamentais da psicanálise – inconsciente, transferência,
    repetição e gozo – e
    sua relação com a clínica.
    O seminário XI de Lacan
    (1963) segue sendo o nosso
    referencial, sem, no entanto,
    deixar de recorrer aos textos
    freudianos pertinentes a tais
    conceitos.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    Freud, S. O Inconsciente. Obras completas, Vol. XIV, Rio de Janeiro:
    Imago, 2006.
    _____. Esboço da psicanálise. Obras completas. Vol. XX III, Rio de
    Janeiro: Imago, 2006.
    _____.Observações sobre o Amor de Transferência. Obras completas,
    Vol. XII, Rio de Janeiro: Imago 2006.
    _____. A Dinâmica da Transferência. Obras completas, Vol. XII.,
    Rio de Janeiro: Imago, 2006.
    _____. Além do princípio do prazer. Obras completas, Vol. XIII,.
    Rio de Janeiro: Imago, 2006.
    Lacan, J. O Seminário, livro 11: Os Quatros conceitos
    fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

    Coordenação: Onezir Rosa Borges
    Local: Rua Miguel de Frias, 77 / 1512
    – Icaraí
    46as. Feiras (semanal) às 13hs.


    AS NEUROPSICOSES DE DEFESA - 1894

    Freud no texto sobre Inibição, Sintoma e Angústia (1924) lança
    numa nota de rodapé: “a diferenciação do eu e do isso tinha
    que reavivar nosso interesse até aos problemas da repressão”. O
    conceito de defesa, originalmente elaborado em função das exigências
    da primeira tópica, viu-se retomado para atender às exigências
    da segunda. O interesse agora se volta não só ao eu, mas
    também aos destinos do recalcado. No seu artigo sobre o Declínio
    do Complexo de Édipo, Freud assinala que sua atenção “foi atraída
    para diferença entre o simples recalcamento e a supressão real
    de uma velha moção do desejo”.
    Recalque, Resistência,
    repressão, processo de defesa
    são conceitos que percorremos,
    com objetivo de esclarecer
    as diferentes estruturas
    clínicas.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    Freud, S. As Neuropsicoses de Defesa. Obras completas, Vol. III.
    Rio de Janeiro: Imago, 2006.
    _____. Repressão, e o Inconsciente: Artigos sobre Metapsicologia.
    Rio de Janeiro: Imago, 2004.

    Coordenação: Onezir Rosa Borges
    Local: Rua Miguel de Frias, 77 / 1512
    – Icaraí
    46as. Feiras (semanal) às 11:30hs.

    CURSO DE INTRODUÇÃO À PSICANÁLISE
    A DIREÇÃO DA CURA

    • AULA INAUGURAL — Clínica Psicanalítica e
    Contemporaneidade (30/04) | Teresa Palazzo Nazar


    1o SEMESTRE
    MÓDULO 1 | O Inconscie nte e a Lógica do Si gnifi cante
    (07/05)
    Bethania S. C. Mariani

    MÓDULO 2 | Entre vistas Preli minare s (21/05)
    Queixa e sintoma analítico.
    Demanda de análise.
    Andrea Pires

    MÓDULO 3 | O DIAGNÓST ICO EM PSICANÁ LISE (28/05)
    A s estruturas clínicas: neurose e psicose.
    H isteria e neurose obsessiva.
    Flávia Chiapetta de Azevedo

    MÓDULO 4 | TRANSFERÊNCIA E O LUGAR DO ANALISTA (04/06 e 11/06)
    Transferência e resistência.
    Transferência e repetição.
    O sujeito suposto saber.
    Onezir Borges

    MÓDULO 5 | INTERPRETAÇÃO (07/02)
    A interpretação dos sonhos. Metáfora e
    metonímia.
    A s intervenções do psicanalista e interpretação.
    Maria de Fátima do Amaral

    2o SEMESTRE

    MÓDULO 6 | O DINHEIRO E O PAGAMENTO NA PSICANÁLISE (06/08)
    O lugar e a função do dinheiro na economia psíquica.
    O neurótico e sua dívida: pelo que e o que se paga?
    Fernando Baron

    MÓDULO 7 | TEMPO LÓGICO E O CORTE DAS SESSÕES.
    (13/08)
    A atemporalidade do inconsciente.
    Instante de olhar, tempo de compreender e o
    momento de concluir.
    O sujeito pontual e evanescente.
    Abílio Ribeiro Alves

    MÓDULO 8 | FINAL DE ANÁLISE E O DESEJO DO
    PSICANA LISTA (20/08 e 27/08)
    A nálise terminável e interminável
    O desejo do analista e o desejo do Outro.
    A travessia da fantasia e o final de análise.
    Ana Paula Gomes

    MÓ DULO 9 | PSICANÁ LISE COM CRIANÇAS (03/09 e 10/09)
    A criança como sintoma dos pais.
    Entrevistas e manejo com os pais.
    Sintoma, Édipo e fantasia: a direção das análises com criança.
    Ana Claudia Bezz

    MÓDULO 10 | PSICANÁLISE COM ADOLESCENTES
    (24/09 e 01/10)
    A s transformações da puberdade: mudanças
    no corpo, convocações sociais e o iminente
    encontro com o real do sexo.
    A balo na estrutura e apelo ao Pai.
    S intoma adolescente: a transferência nas
    análises com adolescentes.
    Andrea Tavares

    • AULA de encerramento —
    (08/10) | José Nazar


    Local | Avenida Mem de Sá, 19 - Cobertura
    Icaraí/ Niterói-RJ | Sábados: 10 às 12h
    Informações e inscrições |
    (21) 22949336/ 2239-7199/
    secretaria@escolalacaniana.com.br



    Eventos

    COLÓQUIO DA ESCOLA LACANIANA DE psicanálise - NITERÓI
    ESTRUTURAS CLÍNICAS NA CONTEMPORANEIDADE

    Freud ao criar a Psicanálise se valeu das categorias diagnósticas
    da Psiquiatria Clássica em sua nosografia. Lacan em seu retorno
    à Freud, estabeleceu três estruturas clínicas como resposta do
    sujeito em sua constituição no campo do Outro: neurose, psicose
    e perversão. Na contemporaneidade há uma série de novas patologias,
    síndromes, e transtornos advindos do campo da ciência,
    que interrogam os psicanalistas sobre a vigência das estruturas
    clínicas na escuta que orienta uma direção de tratamento.
    Este colóquio tem por objetivo pensar os desafios que essas novas
    roupagens diagnósticas trazem para a clínica psicanalítica, que
    se sustenta numa escuta estrutural dos sintomas ao invés de uma
    abordagem fenomenológica dos mesmos.

    TEMAS | Estruturas clássicas: neurose, psicose e perversão
    Distúrbios alimentares
    Fracassos da fantasia
    Luto e melancolia
    N ovas configuraçòes familiares
    Laço social e subjetividade
    T ranstornos escolares
    Comissão Organizadora |
    Ana Paula da Costa Gomes
    Andréa Matheus Tavares
    Fernando Baron
    Flávia Chiapetta de Azevedo
    Onezir Rosa Borges

    Data: 15 e 16 de Abril de 2011
    Local: Rua Miguel de Frias, 77.
    Auditório do Edifício Seventh Seven
    Icaraí, Niterói - RJ

    Valores |
    • A té 14 de abril:
    R$ 50,00 estudantes/ R$ 100,00 profissionais
    • N o local:
    R$ 60,00 estudantes/ R$ 120,00 profissionais


    COLÓQUIO: DISPOSITIVOS NA PSICANÁLISE

    Como alguém se torna psicanalista?
    • “O psicanalista só se autoriza por ele mesmo e por alguns outros”
    • O Dispositivo Analítico
    • Transferência e Desejo do Psicanalista
    • O Sujeito-suposto-Saber
    • A Destituição Subjetiva
    • O Ato Psicanalítico

    Lugares de Transmissão em Psicanálise
    • O Conceito de Escola de Psicanálise
    • A Formação dos Psicanalistas
    • O Ensino em Psicanálise
    • A Prática do Cartel
    • A Sessão Clínica
    • Seminários e Grupos de Leitura

    • O Dispositivo do Passe
    • Laço Social entre Analistas
    Dias: 14  e 15 de maio de 2011
    Local: Rua Marquês de São Vicente, 225 - PUC -Rio
    Auditório Riodatacentro - RDC
    Gávea - Rio de Janeiro-RJ

    Valores |
    • Até 31 de abril:
    R$ 70,00 estudantes/ R$ 140,00 profissionais

    • De 01 de maio até 13 de maio:
    R$ 80,00 estudantes/ R$ 160,00 profissionais

    • N o local:
    R$ 90,00 estudantes/ R$ 180,00 profissionais
    Informações e inscrições | (21) 2239-7199/ 2294-9336/
    secretaria@escolalacaniana.com.br


    VIII CIRANDA DE PSICANÁLISE E ARTE
    “O QUE É CONTEMPORÂNEO?”

    A arte só interessa à psicanálise porque ela é obra do sujeito e, como
    tal, mostra a relação desse com os dispositivos que ele inventa.
    Todo dispositivo implica em um conjunto de estratégias que, ao
    se relacionarem umas com as outras, produzem forças que condicionam
    saberes bem como são por eles condicionadas.
    Interrogar o contemporâneo é fundamental para nele apreendermos,
    enquanto presente, o que retorna como repetição de cisões
    no tempo com as quais o sujeito tem que lidar, para projetar a
    possibilidade de um futuro.
    A arte mostra a repetição em movimento, o rolo compressor do
    tempo que, ao girar continuamente, despe o homem de suas ilusões
    e o torna sempre contemporâneo à sua existência.
    A história não tem sentindo, na medida em que permanece o mesmo
    ciclo repetitivo de acontecimentos que se encadeiam. No entanto
    ao lançarmos um olhar sobre ela tentando ver o que há em
    suas sombras, nas falhas dos seus ditos, podemos encontrar o que
    em psicanálise chamamos o impossível encontro do sujeito com
    seu objeto, na medida em que não há como chegar à uma origem,
    à um marco zero.
    E por essa tensão entre o sujeito e o objeto que a psicanálise se
    interessa e é também dela que a arte se alimenta, extraindo das
    zonas de sombra os pequenos objetos substituídos que nos fazem
    suportar o sem-sentido da vida.
    A VIII Ciranda de Psicanálise e Arte quer colocar em discussão
    o que no século XX I se apresenta como um saber fazer
    bem com o contemporâneo, como sintoma.

    Comissão organizadora |
    Ana Benjó
    Maria Emília Lucindo
    Maria Teresa Saraiva Melloni
    Monica Visco
    Teresa Palazzo Nazar (coord. Geral)

    Data: 16 e 17 de Setembro de 2011.
    Local: Copacabana Praia Hotel
    Rua Francisco Otaviano, 30
    Copacabana – RJ.



    Formação Avançada

    Tendo em vista a necessidade de instruir os membros da ELP-RJ
    nas atualidades de vários assuntos e na elaboração teórico-
    clínica a partir do estudo de alguns campos de saber, nossa
    Escola preparou uma programação complementar à já oferecida,
    composta de vários Cursos ministrados por palestrantes convidados.
    Cursos de filosofia, medicina, linguística, topologia, artes, direito
    e educação, sempre priorizando as questões que se apresentarem
    a partir das indicações dadas por S. Freud e J. Lacan.
    A ideia é permitir aos membros da Escola a oportunidade de dialetizar
    a experiência da práxis psicanalítica, a partir das discussões
    que surgirem no encontro com os outros campos de saber.

     Filosofia | “Penso, logo sou” – o aforismo de Descartes
    “O ser para a morte” – a sentença de Heidegger

    Medicina | As psicoses e o uso de tratamento
    medicamentoso
    Transtornos alimentares – um problema
    contemporâneo?

    Topologia | As principais figuras topológicas, na teoria
    lacaniana.
    Linguística | Aquisição da fala e da linguagem e outras
    questões.

    Interdisciplinares.
    Educação | As dificuldades no aprendizado pré-escolar
    e escola.

    Direito | A Lei e as leis na família e no Estado.

    Arte | Criação e invenção como via de elaboração
    do sujeito:



    Formação Básica

    O Curso de Formação Básica tem objetivo transmitir, no que for possível, nossa experiência e nossa transferência com a Letra de Freud e Lacan. Afirmamos que as estruturas clínicas (neurose, psicose e perversão) e os quatro conceitos fundamentais da psicanálise (inconsciente,pulsão, repetição e transferência)são os elementos mínimos ou a base de nossa proposta de formação.

    AS PULSÕES

    Freud ao teorizar sobre o conceito de Pulsão, visa demarcar o
    campo da psicanálise estruturando seus conceitos fundamentais.
    Minha proposta é trabalharmos a constituição do circuito pulsional,
    suas vicissitudes, a inclusão da pulsão de morte a partir
    de 1920 estabelecendo uma nova economia psíquica ao fundar o
    lugar do real.
    RE FERÊNCI AS BIBLIOGRÁ FICAS
    Freud, S. As pulsões e suas vicissitudes. Obras Completas, vol. XIV, Rio
    de Janeiro: Imago, 2006.
    _____ Além do princípio do prazer. Obras Completas, vol. XV III, Rio de
    Janeiro: Imago, 2006.
    Lacan, J. O Seminário, livro11: Os quatro conceitos fundamentais da
    psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1973.

    COORDENAÇÃO
    Andrea Matheus Tavares
    Local: E.L.P - RJ
    Primeiro Semestre
    4as feiras (quinzenal) às 15:00hs.


    AS PSICOSES

    O que se coloca para o humano além dos fenômenos bioquímicos,
    presentes nos seres vivos, é a relação que estabelece com a
    linguagem, o fato de sermos seres falantes. O psicótico habita a
    linguagem, entretanto, em momentos crucias, revela quanto às
    palavras uma relação muito própria. É que estas passam a lhe
    chegar de fora, como tijolos que são arremessados contra sua
    cabeça. Lacan propõe que aquilo que foi recusado (foracluído) no
    simbólico retorna do real.
    A foraclusão do significante do Nome do Pai impede que as redes
    significantes que habitam o psicótico possam ser reconhecidas
    como concernentes a ele mesmo, como se faltasse o selo ou a
    marca de made in relativa à procedência do significante primordial.
    As palavras ganham então o estatuto de coisas que lhe são
    impostas por um Outro usurpador e seu gozo. É isso que o psicótico
    denuncia em seu delírio.
    Se Freud afirma que o delírio é uma tentativa de reconstrução do
    mundo, como no caso do Presidente Schreber, Lacan nos esclarece
    de que não se trata de realidade no delírio, mas de certeza;
    certeza de estar submetido como objeto de gozo do Outro. Sendo
    assim, o que cabe ao psicanalista no manejo do tratamento de
    uma psicose?

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    FREUD, S. Notas psicanalíticas sobre um relato autobiográfico de um
    caso de paranóia (1911). Obras Completas, Vol.XII. Rio de Janeiro:
    Imago Editora, 1980.
    LACAN , J. O seminário, livro 3: as psicoses. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
    1988 .

    COORDENAÇÃO
    Abílio Luiz Ribeiro Alves
    Local: E.L.P - RJ
    Primeiro Semes tre
    4as feiras (quinzenal) às 17:00hs.


    A REPETIÇÃO

    O que é isso que se repete na vida de um sujeito e que está marcadamente
    presente em seu discurso, a despeito de sua intenção
    e muitas vezes sem que ele tenha disso o menor conhecimento?
    Sabemos que há algo que age no sujeito, para além de suas deliberações,
    e se impõe tão imperativamente que testemunhamos
    indivíduos constrangidos, alinhavando justificativas mal ajambradas
    para explicar porque em suas vidas algo sempre acontece
    do mesmo jeito.
    O conceito de repetição recebeu de Lacan o estatuto de conceito
    fundamental, junto a outros três: inconsciente, transferência e
    pulsão. Tomaremos como referência a segunda tópica freudiana
    para pensarmos a importância deste conceito para a clínica psicanalítica.

    Será que podemos pensar a repetição ligada às formações do inconsciente
    e em especial ao sintoma? E a cena fantasmática, tem
    a ver com a repetição? Desejo e gozo, de que modo se articulam
    ao conceito de repetição? Qual a diferença entre automatismo de
    repetição e compulsão à repetição? E, afinal, o que repetimos?
    Se repetir o mesmo é impossível, já que estamos submetidos à
    ordem significante, e o que repetimos, portanto, parece guardar
    um caráter de diferente?
    São essas questões e seus paradoxos que nortearão nosso trabalho
    neste grupo de leitura.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    Freud, S. Recordar, repetir e elaborar. Obras Completas, Vol.XII, Rio de
    Janeiro. Imago. 2006
    Lacan, J. O Seminário, livro 11: Os quarto conceitos fundamentais da
    psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

    Coordenação
    Ana Benjó
    Local: E.L.P - RJ
    Segundo semestre
    4as feiras (quinzenal) às 15hs.


    AS PERVERSÕES

    Quando decidimos colocar o tema das perversões em discussão, tínhamos
    a preocupação de fazê-lo levando em conta as mudanças
    discursivas e o posicionamento atual da comunidade analítica em
    relação a este assunto. Daí que nossa contemporaneidade parece
    ter dificuldade em considerar a castração que resulta estruturalmente
    do Complexo de Édipo, como balizadora da organização e
    garantia do lugar do desejo. Isso implica em um questionamento
    do mito do pai morto, já que a ciência parece tê-lo banido, substituindo-
    o pelas leis que regeu o universo. Disso resulta que o
    conceito de perversões, como foi teorizado inicialmente por S.
    Freud e reformulado por J. Lacan, não pode ser mais passado,
    senão levando-se em conta as profundas mudanças ocorridas no
    campo da cultura.
    A problemática das perversões interroga os limites da intervenção
    analítica e seus efeitos, convoca-nos, também, a pensar as
    razões pelas quais, no século XV I que se inicia, o gozo tomou a
    dianteira em relação ao desejo.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
    Lacan, J. Kant com Sade. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
    1998.
    Grosrichard, A. Uma leitura do texto Kant com Sade. Seminário inédito
    Freud, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Obras completas,
    Vol. VII. Rio de Janeiro: Imago, 1974.

    _____. Leonardo da Vinci e uma lembrança de sua infância. Obras completas,
    Vol. XI. Rio de Janeiro: Imago, 1974.
    _____. Uma criança é espancada: uma contribuição ao estudo da origem
    das perversões sexuais. Obras completas, Vol. XV I. Rio de Janeiro:
    Imago, 1974.

    Coordenação
    Teresa Palazzo Nazar
    Local: E.L.P. - RJ
    segundo semestre
    4ªs feiras (quinzenal) às 15 horas



    Grupos de Trabalho

    SEMINÁRIO: “A ANGÚSTIA”

    Daremos prosseguimento à leitura deste seminário privilegiando
    no que a invenção do objeto a, permitiu a Lacan as bases para
    sua formalização do final de análise.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    Lacan, J. O Seminário, Livro 10: a angústia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.

    Coordenação: Mônica Visco
    Local: E.L.P- RJ
    2as. Feiras (semanal) às 10 hs


    A LÓGICA DO FUNCIONAMENTO DO SIGNIFICANTE

    Nesse grupo de trabalho, objetiva-se seguir o fio do discurso psicanalítico
    de J. Lacan para assim depreender a formalização da
    “lógica do funcionamento do significante” (Lacan, Seminário da
    Identificação) e o fato de que “a linguagem, sem dúvida, é feita
    de lalangue (alíngua).” (Lacan, Seminário Mais, ainda) Pretende-se
    discutir alguns dos conceitos pertinentes e relacionados à lógica do
    significante: enunciação, (de)negação, metáfora, metonímia,
    antilinguística, linguísteria,
    letra.

    REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    Lacan, J. A instância da letra no inconsciente. Escritos. Rio de
    Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.

    Coordenação: Bethania Sampaio
    Correa Mariani
    Local: E.L.P - RJ
    44as. Feiras (quinzenal) às 14:00hs


    O SUPER EU E SUAS IMPLICAÇÕES NA CLÍNICA
    PSICANALÍTICA

    Pretendo desenvolver o conceito do Super eu a partir dos textos
    inicias de Freud quando ele ainda não o tinha formulado como
    conceito, mas referia-se a essa instância como consciência moral.
    Podemos verificar mais tarde, em “Introdução ao Narcisismo” o
    germe da 2ª Tópica, quando Freud, de fato, o nomeia como instância
    psíquica, herdeiro do Complexo de Édipo. A partir desta
    formulação, podemos ver sua divisão entre a Lei instituída e o
    que escapa dela, ponto que diz respeito ao Super Eu.
    Lacan vai nos esclarecer sobre essa divisão freudiana
    a respeito do Super Eu ao distinguir as questões das
    identificações das questões do gozo.

    Coordenação: Edméa Maria Gonçalves de Mello.
    Local: E.L.P - RJ
    44as. feiras (quinzenal) às 15:00hs.


    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

    Freud, S. Arruinados pelo êxito. Obras Completas, vol. XIV. Rio
    de Janeiro: Imago, 1974.
    ____ O Ego e o Id. Op. Cit., vol.XIX. Rio de Janeiro: Imago,
    1974.
    _____ Totem e Tabu. Op. Cit., vol. XIII. Rio de Janeiro: Imago, 1974.
    _____Mal-estar na civilização, vol.
    _____Psicologia das Massas e análise do eu
    _____Futuro de uma Ilusão
    Gerez-Ambertín, M. As vozes do supereu. São Paulo: EDUCS , 2003.
    Lacan, J. O seminário, Livro 5: as formações do inconsciente. Rio
    de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.


    O QUE É UMA CRIANÇA?

    Freud nos deixou como herança duas perguntas enigmáticas que
    concernem ao real da experiência analítica: o que é um pai? E o
    que quer uma mulher?
    E porque não acrescentarmos uma terceira pergunta: o que é uma
    criança? Apesar de Freud, nos Três ensaios sobre a teoria da sexualidade,
    ter dado como resposta, para grande escândalo de sua época,
    “a criança é um perverso polimorfo”, a criança permanece como um
    enigma, considerando que ela é a conseqüência do encontro dessas
    duas perguntas: o que é um pai? E o que quer uma mulher? Para situarmos o lugar da
    criança no dispositivo analítico, percorreremos os textos
    de Freud, Lacan e outros autores procurando trabalhar as seguintes questões:
    as entrevistas com os pais e o manejo transferencial, a entrada
    e o final da análise, a construção do sintoma e o lugar da interpretação.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    Freud, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Obras completas,
    Vol. VII. Rio de Janeiro: Imago, 1974.
    _____. Sobre as teorias sexuais das crianças. Op. Cit, Vol. IX. Rio
    de Janeiro: Imago, 1974.
    _____. Romances familiares. Idem.
    _____. Leonardo da Vinci e uma lembrança de sua infância. Obras
    completas, Vol. XI. Rio de Janeiro: Imago, 1974.
    Lacan, J. Os complexos familiares na formação do indivíduo. Outros
    Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
    _____. Nota sobre a criança. Idem.
    _____. O seminário, livro 4: a relação de objeto. Rio de Janeiro:
    Jorge Zahar, 1995.
    _____. O seminário, livro 5: As formações do inconsciente. Rio de
    Janeiro: Jorge Zahar, 1999.
    _____. O seminário, livro 21: R.S.I. Seminário inédito.

    Coordenação: Sérgio Cwaigman Prestes
    Local: E.L.P - RJ
    4as. Feiras (quinzenal) às 16:00hs.


    AMOR E MULHER: QUESTÕES SOBRE A FEMINILIDADE

    Freud não cessou de se interrogar sobre o enigma da feminilidade:
    afinal, o que quer uma mulher? A esta questão ele tenta responder
    a partir da referência fálica e conclui que o destino da feminilidade
    é a maternidade. O falo, embora seja uma referência na constituição
    do sujeito, não é suficiente para atribuir a um seu lugar
    de mulher. Isso porque, na neurose, o furo do sexo feminino
    é constatado, mas negado e encoberto por um modo de existência
    do falo: presença/ausência. Um filho, no lugar de falo,
    vem encobrir a falta, a castração. Desta forma, a questão da sexualidade
    feminina implica num mais além da função fálica.
    Seguiremos com Lacan, trabalhando o percurso referente ao tornar-
    se uma mulher e sua relação com o amor.


    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    Lacan, J. O Seminário, livro 5: as formações do inconsciente. Rio
    de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.
    _____. O Seminário, livro 10: a angústia. Rio de Janeiro: Jorge
    Zahar, 2005.
    _____. O Seminário, livro 20: mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge
    Zahar, 1985.
    _____. O Seminário, livro 22: R.S.I, Inédito.
    _____. O Seminário, livro 23: O sintoma, Inédito.
    Coordenação: Flávia Chiapetta de
    Azevedo
    Local: E.L.P - RJ
    4as. feiras (quinzenal) às 16:00hs.


    ESPAÇO DE LEITURA E DISCUSSÃO DOS TEXTOS
    FREUDIANOS

    Trata-se de discutir os principais textos da obra de Sigmund
    Freud, que possam servir de base fundamental à formação teórica
    ou clínica dos jovens psicanalistas, bem como fazer recordar aos outros
    membros os fundamentos de sua formação.



    Seminários

    A FORMAÇÃO DO PSICANALISTA

    Partimos daquilo que seria o final de um percurso: o tornar-se
    psicanalista e sua autorização. Como alguém se torna psicanalista?
    Essa pergunta se encontra na origem dos grupos analíticos e
    deve ser levada às últimas consequências.
    Desde Freud a formação dos psicanalistas se inscreve como da
    ordem de um tornar-se, fruto de um trabalho de construção que
    se processa fundamentalmente numa experiência de análise: a
    formação dos psicanalistas é uma formação permanente. Toda
    e qualquer psicanálise pessoal levada a termo poderá causar um
    psicanalista. Depois, é outra história.
    O argumento de base deste seminário está nas afirmações de
    Jacques Lacan, datadas de 1973, em sua “Carta aos psicanalistas
    italianos”:

    “Pois afirmei, por outro lado, que é do não-todo que provém o
    psicanalista. [...] Não-todo ser ao falar poderia autorizar-se a fazer
    um psicanalista. A prova é que a psicanálise ali é necessária, embora
    não seja suficiente. [...] Somente o psicanalista, ou seja, não
    qualquer um, se autoriza por si mesmo”.

    Quais as conseqüências desta afirmação? Os grupos analíticos que
    seguem esta afirmação operam com os parâmetros de uma formação
    a partir de critérios próprios e específicos de uma lógica:
    o Outro não existe, há uma inconsistência do Outro. Quando não
    é este o caso, os critérios se inscrevem pelo viés de uma garantia
    que é dada antecipadamente: o Outro existe. Então, de um lado,
    temos os psicanalistas que se autorizam por si mesmos e, por
    outro, aqueles que são autorizados: a inconsistência do Outro é a
    tradução da incidência do ato psicanalítico, que está na origem
    do discurso psicanalítico.
    Assim, vamos trabalhar os elementos que testemunham a formação
    de um futuro psicanalista: a entrada em análise, o transcurso
    das transferências, a passagem de psicanalisante a psicanalista,
    as destituições subjetivas, o final de análise e o passe.

    Coordenação: José Nazar.
    4as. Feiras (quinzenal) às 13:00hs | Local: E.L.P - RJ


    O ATO PSICANALÍTICO
    No ano que se passou, pouco a pouco, criamos um espaço de discussão,
    para as implicações que este seminário produz em cada
    um daqueles que se propõem à passagem ao lugar de psicanalista,
    ou seja à “função do ato esclarecido”. Lacan propõe esta discussão
    para aqueles que, de uma maneira geral, por ter atravessado
    a experiência de uma psicanálise, sabem, de uma forma
    muito particular, o que diz respeito ao sujeito suposto saber.
    Considerando que “a transferência é a colocação em ato do inconsciente”,
    nosso seminário, fez uma interlocução com o grupo de
    leitura A Transferência, que acontecia logo no horário seguinte.
    Neste ano, pretendemos continuar discutindo as questões que
    Lacan propôs em torno do ato psicanalítico, na medida em que
    elas fazem parte de um tecido, no qual irá se escrever a ficção
    sobre o objetoa , o incurável de uma psicanálise. Vamos trabalhar
    a partir da lição 8 de 31 de janeiro de 1968, com a ajuda de
    algumas incursões no Seminário A Lógica do Fantasma, que o
    precede, em ordem cronológica.

    Coordenação: Mª Teresa Saraiva Melloni
    4as. Feiras (quinzenal) às 17 hs | Local: E.L.P - RJ


    O INCONSCIENTE E O TEATRO OU DO PRIVADO AO PÚBLICO

    A psicanálise utiliza-se de outros campos de saber para circunscrever
    e elaborar seu campo. Assim, tudo o que se produz como
    discurso, interessa ao psicanalista, porque diz respeito ao objeto
    da psicanálise, isto é, ao sujeito.
    Ao continuar o seminário sobre psicanálise e arte, pretendo interrogar
    o teatro para trabalhar alguns conceitos caros a esse
    campo, que o texto do autor/ator oferece.
    Se a façanha do artista é o trabalho de ciframento do seu inconsciente,
    ele nada sabe sobre o sintoma que o impele à criação.
    Decifrar o que do sintoma se oferece como urigalhas do inconsciente
    é o que cabe à aventura de uma psicanálise.

    Coordenação: Teresa Palazzo Nazar
    4as. Feiras (quinzenal) às 18hs | Local: ELP


    O SINTHOMA - XXIII

    Este seminário é fundamental ao ensino de Lacan, pois nele encontraremos
    um paradigma para o final de análise que dirá respeito
    à escrita sinthoma e a sua relação com a letra.
    Coordenação: Monica Visco Fernandes
    4as. Feiras (quinzenal) às 18 hs | Local: E.L.P- RJ



    Av. Ataulfo de Paiva, 255 / 206 - CEP: 22440-032 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ - Tel/Fax : (21) 2294-9336 - Tel : (21) 2239-7199